CEI - Espaço Infantil

Universo do Bebê indica a loja I`m not a baby

Ainda não conhecia a loja, mas ganhei de presente um body e fique surpresa pela qualidade do produto e a criatividade da peça.
 E agora com o resultado da luta de Anderson Silva, resolvi postar este lindo  body para bebês. 
Imita um cinturão UFB – Ultimate Fighting Baby, feito 100% em algodão. O preço também é bem bacana, sai por R$ 39,90. Clique no link e conheça as outras estampas. I’m a not a baby!.






Bebê voador

Pais de pequenos bebês que volta e meia precisam viajar podem contar agora com mais um interessante aliado para ajudar no conforto dos filhos. O FlyeBaby é uma espécie de assento misturado com rede que além de poder ser usado em cadeiras em geral, foi criado visando principalmente os assentos de avião. Ele é fixado na bandeja da poltrona da frente e na cintura da mãe ou pai, transformando-se numa confortável cadeirinha. Claro que em alguns casos específicos talvez não exista espaço suficiente entre bancos, mas na maioria das vezes, mesmo com o passageiro da frente reclinando, o bebê pode ficar sossegadão. Por garantia, existe uma linha que mostra o limite que a cabeça do pequeno pode chegar, justamente para evitar qualquer acidente. 


Fonte: bem Legaus

Mamãe fashion





Esqueça as roupas largas
Assim que a barriga começa a crescer, a tendência é aumentar também o número das roupas; isso quando não são as camisetas do maridão que quebram um galho. Tenha em mente que roupas largas não valorizam as novas formas do corpo, pelo contrário, roupas em tamanhos grandes engordam e não favorecem o visual.

Cintura pra que te quero
Durante a gravidez a cintura da mulher tende a mudar de lugar. Ela sobe um pouco, ficando entre o busto e o topo da barriga. Para valorizar a silhueta e dar um up no look, uma dica legal é usar cintos ou roupas que marquem a cinturinha. Opte por vestidos e batas com modelagens que acompanham a silhueta do corpo. Geralmente as blusas para as mamães são um pouco maiores na parte da frente em relação à parte de trás para evitar que a barriguinha fique de fora. Tecidos leves como a malha são perfeitos para esse período pois são confortáveis e possuem um ótimo caimento.
Um bom jeans
A calça jeans não está excluída do guarda-roupa de uma futura mamãe. Em lojas especializadas para grávidas, existe uma opção de calça jeans com elástico ou malha no cós, permitindo espaço para a barriguinha e total conforto. E os modelos dos jeans para grávidas são muito versáteis: skinny jeans, flare pants, lavagens estilizadas, etc. Escolha o modelo que mais combina com seu estilo e invista nesta peça.

Terceira peça
Terceiras peças mais jutas, como blazers, casacos e jaquetas dão o tom do visual. Invista em modelagens mais sequinhas e simples, como cardigãs, jaquetas jeans ou de couro, terninhos com modelagens femininas e acinturadas, sempre buscando valorizar as formas do seu corpo.

Assessórios dão um toque de charme nas produções e podem ser usados sim. Atenção apenas para não abusar das peças volumosas no busto, como cachecóis e echarpes. Muito volume no colo pode deixar a aparência muito “redonda”, desvalorizando a produção.  Caso seja inverno e você seja fã deste acessório, utilize-o sem enrolar, apenas jogado por trás da nuca, de forma a verticalizar a silhueta. Outra dica boa é enrolar sem deixar muito apertado. Acredite: um pedacinho do pescoço aparecendo pode emagrecer seu shape.

É preciso entender e se adaptar ao seu novo corpo, analisando qual tipo de roupa lhe cai melhor e combina com seu estilo. E não são apenas nas lojas especializadas em moda gestante que você precisa procurar, é possível adquirir peças-chave para o seu guarda-roupa em qualquer loja e o melhor: muitas delas você ainda vai poder usar depois do nascimento do bebê.

Fonte:Petitebox

PetiteBox: experiência única de carinho entre mãe e filho


Receba diferentes caixas com acessórios de vestuário, cosméticos, entre outros produtos de cuidados pessoais

Que mãe não gostaria de receber em casa o que há de melhor para cuidar de si e de seu bebê? A PetiteBox acaba de chegar ao Brasil para transformar esse sonho em realidade. 

Por meio de uma assinatura, no valor de R$ 37,90 (+ R$ 7,00 de frete), todo mês, será entregue em sua casa uma caixinha com novidades relativas ao tempo gestacional em que está ou ao tempo de vida do seu bebê.

São18 formatos de caixas, cada uma com produtos referentes ao mês escolhido - cuidados pessoais, cosméticos, vestuário, calçados, acessórios, decoração, literatura, entre outros. 

“Queremos levar até as futuras mamães o que o mercado tem de melhor. Afinal, esse momento tão mágico na vida de uma mulher merece atenção especial”, afirma Denise Bissacot, diretora da PetiteBox no Brasil.

Para fazer parte da PetiteBox, basta entrar no site (www.petitebox.com.br) e efetuar a assinatura (que pode ser cancelada a qualquer momento). 
Além de receber em casa produtos incríveis, por meio de nossas páginas no facebook, twitter e blog, ficará por dentro de todas as novidades do universo da mamãe e do bebê.

A PetiteBox é uma empresa do grupo Rocket Internet GmbH.  Com sede em Berlin (Alemanha), a jovem e dinâmica equipe Rocket trabalha na construção de modelos de negócio promissores e já criou diversas empresas de Internet de sucesso nos últimos anos. Entre elas, Zalando, Tricae, Groupon/CityDeal e Dafiti.
Departamento de comunicação PetiteBox

Agências de modelos infantis


Saiba o que fazer na hora de entrar em contato com uma agência de modelos infantis para não cair em uma cilada e frustrar o sonho de ver seu bebê em um comercial.


Muitos pais sonham ver a carinha de seu filho estampada em comerciais, mas têm medo de entrar nesse mundo e transformar seu bebê em um modelo. As dúvidas são muitas: a criança aguenta o ritmo do trabalho? Vale a pena financeiramente? Quem procurar?

Existem diversas agências de modelos especializadas em crianças e bebês espalhadas por todo o país. São eles que fazem a intermediação entre os modelos e as produtoras que contratam para trabalhos em TVs, comerciais, campanhas publicitárias, anúncios e sessões fotográficas.

Como lidar com os ataques de "birra" de seu filho?




Ataques de "birra" são frequentes e normais durante as primeiras fases de vida de seu filho. Aprenda a lidar com isso de uma maneira produtiva


Ataques de birra fazem parte do processo normal de desenvolvimento, pois é difícil para uma criança pequena controlar fortes emoções. Quando elas se sentem frustradas, com raiva ou desapontadas, em geral se manifestam chorando, gritando ou batendo os pés com força no chão. Como pai, você pode ficar bravo, se sentir desamparado ou envergonhado.

Mas como foi dito, as birras são parte do desenvolvimento do seu filho à medida que ele aprende a controlar sentimentos e emoções. De fato, a maioria das crianças de 1 a 3 anos passa por este processo, às vezes conhecido como os "terrible twos" (terríveis 2 anos de idade), e, geralmente, ele acaba por volta dos 4 anos.

O que ocorre é que seu filho pequeno está ocupado aprendendo muitas coisas sobre o mundo. Está ansioso para assumir o controle, quer ser independente e pode tentar fazer mais do que suas habilidades permitem. Ele também quer fazer suas próprias escolhas e às vezes pode não lidar bem com a contrariedade. Isto se intensifica ainda mais quando ele se sente cansado, com fome, frustrado ou com medo. O autocontrole pode ser uma das lições mais difíceis que ele irá aprender ao longo de sua vida.

Como pai, você consegue, às vezes, perceber que seu filho vai perder o controle. Seu filho aparenta estar mal-humorado, irritado ou "difícil". Ele pode começar a choramingar e se queixar. Pode parecer que nada o fará feliz. Por último, ele pode começa a chorar, chutar, gritar, se jogar no chão ou prender a respiração. Outras vezes, um ataque de birra pode parecer súbito e inesperado para você, mas certamente teve um "detonador" para a criança.

Mas você não deve se surpreender se seu filho tiver ataques de birra só na sua frente. Esta também pode ser uma forma encontrada por ele de testar as regras e limites ou receber a sua atenção. Nesse caso você pode ajudá-lo a encontrar formas mais eficientes de fazer isso, como se comunicar melhor, por exemplo.

"Não é produtivo tentar reprimir a criança por estar descontrolada. Ela está aprendendo a controlar suas emoções e o melhor que você pode fazer para ajudá-la é manter-se calma, explicar sucintamente a ela o porquê dela estar tão nervosa e ajudá-la a se acalmar. Não a ignore nem a deixe sozinha, se estiver em público leve a criança a um lugar reservado e espere ela se acalmar. Lembre-se que também é normal as crianças testarem as regras e limites estabelecidos pelos pais. Seja firme e não ceda diante do ataque de birra da criança. Com o passar do tempo ela vai aprendendo (com a sua ajuda) a lidar melhor com a frustração e as fortes emoções que isso acarreta" explica Christine Bruder, psicóloga e psicanalista do berçário Primetime Child Development.

Também não é indicado recompensar com presentes ou doces o seu filho por se acalmar. Isso pode dar a impressão a ele de que os ataques de birras são uma ferramenta de barganha. Você pode às vezes se sentir culpado por dizer não. Mas seja consistente e evite mandar sinais contraditórios. Quando os pais não exigem claramente o cumprimento de certas regras, é mais difícil para as crianças entenderem quais são e que são importantes. Pense cuidadosamente sobre cada regra que criar, e não crie regras demais.

Porém, quando os ataques de birra passam a ser intensos e acontecem com muita frequência, pode ser um sinal de problemas emocionais.  Fale com o pediatra se o seu filho se machucar, ou machucar outros; segurar a respiração até desmaiar, ou se esses ataques de birra piorarem após os 4 anos de idade.

"Aprender a administrar as próprias emoções faz parte do desenvolvimento sadio de toda criança. Os pais são importantes aliados nesse desenvolvimento ao procurar entender e validar os sentimentos das crianças antes de oferecer a eles formas mais adequadas de expressão. Os pais são modelos também, lembre-se que a reação dos pais frente ao ataque de birra da criança também ensina à criança como lidar com os próprios sentimentos.", completa Christine.