CEI - Espaço Infantil

Sneakers, moda entre as adultas, chegam ao guarda-roupa das pequenas


Uma das maiores febres do guarda-roupa feminino adulto começa a chegar às lojas infantis. Os sneakers, tênis com pequeno salto interno, surgem em versões caprichadas para as pequenas consumidoras, que cada vez mais se interessam por usar looks que parecem miniaturas dos de suas mães.

O modelo original, que virou febre em todo o mundo, foi lançado pela francesa Isabel Marant e logo virou uniforme de mães famosas. Beyoncé, Miranda Kerr e Alicia Keys foram algumas das que adotaram o estiloso tênis para passear com seus filhos com conforto, mas sem abrir mão do poder do salto. Boatos dão conta de que a Isabel Marant prepara para agosto o lançamento de uma novíssima linha com versões infantis para mães e filhas passearem com o mesmo visual.

No Brasil, modelos de sneakers cheios de charme para as pequenas acompanharem a moda das mães começam a pipocar nas lojas. A Ortopé, criadora do modelo da imagem acima, estudou bem a anatomia do calçado para não prejudicar a pequena dona. A marca lança quatro modelos com numeração que vai do 28 ao 39. O tênis tem saltinho interno, desenvolvido de olho nas recomendações médicas de utilização do salto para crianças.

É possível saber o sexo do bebê antes dos quatro meses de gestação



A evolução da medicina permite que os pais mais ansiosos descubram ainda na 8ª semana de gestação o sexo do bebê. Isso é possível através de uma técnica chamada de sexagem fetal, que detecta quantidades significativas de DNA fetal no sangue da mãe. Javier Miguelez, especializado em Medicina Fetal, diz que basta uma amostra de 10ml do sangue materno para realizar o exame.

- A análise é laboratorial e examina pequenas quantidades de DNA que se originam da placenta. No caso do sexo, é procurado o cromossomo Y, presente no DNA masculino. Se este for detectado significa que é um menino. Se houver sua ausência, é uma menina - afirma.

Ao contrário do ultrasom, que depende da posição do bebê para determinar o sexo, na sexagem fetal isso não é necessário já que se trata de uma análise molecular. Para fazer o avançado exame a gestante não precisa estar em jejum. A única condição é que a gestação esteja, no mínimo, em sua 8ª semana.

Os resultados de uma sexagem fetal têm acertos em torno de 99% dos casos.

Como perder a barriguinha depois da gravidez


"O que mais me irrita? Não conseguir perder essa barriga."

A reclamação é repetida por dez entre dez mulheres que deram à luz há pouco tempo. A indesejável barriguinha de grávida, que persiste por meses após o parto, exige,  muitas vezes, acompanhamento médico. Algumas até recorrem a procedimentos cirúrgicos - último recurso no caso de um problema mais sério, como uma hérnia, provocado pelo peso da barriga e pela falta de exercícios de fortalecimento do abdome e do assoalho pélvico durante e após a gestação.

A fisioterapeuta Sarah Reis atende grávidas desde que se formou, há cinco anos. Mas, segundo ela, esse tipo de paciente tem sido cada vez mais frequente. Todas querem fazer exercícios deixar a barriga durinha. "A primeira preocupação delas é estética, mas muitas pensam nos cuidados com a saúde, principalmente aquelas que sofrem com dores na coluna, no ombro ou no punho", constata. A partir de exercícios de pilates, a fisioterapeuta trabalha a parte aeróbica, a circulação sanguínea, a respiração e o fortalecimento de braços - as mães precisam fortalecê-los para carregar a criança - , pélvis e, claro, abdome.

Alimentação infantil


DICA BABY ROGER

O uso do sal nos alimentos deve ser feito com moderação, pois as crianças adquirem o hábito de gostar dos alimentos da mesma forma como lhe são oferecidos, portanto o ideal é oferecer somente com um pouco sal. Além disso, a ingestão excessiva pode elevar a hipertensão arterial, mesmo no lactente.

- Substituir temperos prontos por ervas frescas é uma ótima opção e mais saudável

- Amassar sempre a papinha com garfo para obter uma consistência de papa ou purê, pois diminui as perdas de nutrientes e estimula a mastigação

*Informações concedidas pela Nutricionista da Baby Roger: Carina Ferreira de Melo


Os produtos da Baby Roger podem ser encontrados em farmácias, lojas para bebê, perfumarias e supermercados. Informações através do SAC (11) 4596-4660Acessewww.babyroger.com.br

Libélulas e papagaios marcam presença na coleção Babysol Alto Verão 2012/13


As coleções alto verão 2012/13 da Babysol trazem os temas lúdicos e divertidos para os pequenos. Para as meninas o tema é “Fresh Flowers” e para os meninos, “Paradise Spirit”. Conforto, praticidade e resistência são atributos da marca.

Para as meninas a coleção “Fresh Flowers” retrata toda doçura feminina por meio de babados, barrados bordados, golas arredondadas, estampas delicadas e outros detalhes. Listrados e petit poas ganham aplicações de libélulas, flores, laços e borboletas. Bodies, vestidinhos, conjuntos e blusas empregam tecidos confortáveis como tricoline e algodão com detalhes em lasie.  Na cartela de cores, tonalidades como o rosa claro, lilás, aveia, branco e cinza claro.

Na coleção Babysol Alto Verão 2012/13 masculina, cujo tema é “Paradise Spirit”, xadrezes alegres, jeans desgastados e efeitos de sobreposições para barras e mangas. Estampas de papagaios, palmeiras e coqueiros e aplicações bordadas de números e letras marcam presença na coleção. Macacões em malha jeans, jardineiras, camisas xadrezes, detalhes utilitários e listrados alegres decoram pólos, bodies e conjuntos em malha 100% algodão. As cores branco, azul, areia, amarelo claro, marinho, azul, verde, vermelho e cinza claro são as apostas da coleção.


Babysol
Babysol é a marca de roupas, meias, calçados e acessórios para bebês de 0 a 3 anos. Também há disponível uma linha de enxoval e puericultura (leve e pesada). O mix visa atender as necessidades dos bebês, de forma alegre, segura e confortável.

Por que a chupeta é importante para o bebê?




Uma das práticas mais consideradas como polêmica no período de desenvolvimento dos bebês é o uso da chupeta. Porém, os bebês com até três meses de idade percebem a sucção como uma necessidade fisiológica independente da fome. Alguns apresentam esta necessidade com mais ênfase, sentida fisicamente, em forma de uma insuportável tensão na boca. Nesse caso, oferecer qualquer outro meio de conforto não é eficaz.

“Ao entender isso como uma necessidade e não um capricho, os pais precisam satisfazê-la. Por ser uma necessidade básica, não há o risco de o bebê criar um hábito/vício pela chupeta. Ao contrário. Ao se acostumar a ter suas necessidades atendidas, ele cresce seguro e confiante e, na medida em que sua necessidade é satisfeita, tende a não mais precisar da chupeta e deixa de usá-Ia”, afirma Christine Bruder, psicóloga e psicanalista do berçário Primetime Child Development (www.primetimecd.com.br) .

Depois dos três meses de vida do bebê, a chupeta pode continuar a ser importante para a criança, mas com a função de objeto de apego, que acalma, conforta e traz equilíbrio. Portanto, deve ser tratada com o respeito e a consideração que tratamos os outros objetos com a mesma função, como alguns brinquedos especiais, paninhos, etc.

Mas como encerrar o uso da chupeta quando a família julgar necessário? Algumas estratégias, apesar de muito difundidas, podem ser prejudiciais à estabilidade emocional da criança. É importante respeitar e identificar o momento de seu desenvolvimento. Veja abaixo algumas considerações que Christine Bruder preparou sobre essas estratégias:

• A criança está sendo convencida a fazer acordos que talvez não tenha maturidade para manter? Pela sua experiência, é provável que, em curto prazo, ela queira voltar atrás?
Uma criança menor de três anos, apesar de em muitos casos entender o significado de um acordo, não tem a maturidade necessária para mantê-lo ou arcar com as consequências de ter dado sua palavra, portanto ela não deve ser levada a fazê-Io.

• A criança está sendo estimulada (convencida) a dar sua chupeta a alguém?
Se for este o caso, ela pode ficar magoada com o adulto, por tê-Ia convencido a entregar sua chupeta, ou ainda se ressentir com quem a recebeu. Uma criança menor de três anos geralmente não tem maturidade para se responsabilizar pelas próprias decisões, por menores que sejam, e em situações de estresse ela tende a responsabilizar os outros. Não é interessante que ela se ressinta com os pais ou com o irmão recém nascido.

• A estratégia envolve troca/entrega da chupeta a seres mágicos ou de ficção?
Criaturas mágicas (fadas, Papai Noel, coelho da Páscoa, etc.) pertencem ao mundo da fantasia, não devem ser envolvidas em assuntos de caráter prático, sob o risco de gerar insegurança à criança. Por volta dos 2 e 3 anos, começa a exploração do mundo da fantasia e a diferenciação entre ela e a realidade. A transposição deliberada desta fronteira gera dissonâncias cognitivas e ansiedade.

• Envolve a mutilação, descarte ou desaparecimento repentino da chupeta?
A criança menor de três anos conta com a presença física de seu objeto de apoio para se sentir segura em momentos de estresse. O desaparecimento antes da possibilidade de substituição ou a destruição do objeto de apoio pode gerar diferentes graus de ansiedade.

Como então retirar a chupeta?

1) Explique sucintamente à criança porque o pediatra ou ortodontista recomendou que deixasse de usar a chupeta. Explique também que vocês sabem o quanto a chupeta é importante para ela e o quanto está acostumada a usá-Ia, por isso acreditam que deve ser mantida à noite, para dormir, até ela se acostumar. Neste período é importante oferecer colo e carinho extra nos momentos diurnos de estresse, pois a criança precisa encontrar outras formas de consolo que antes encontrava no uso da chupeta.

2) Quando a criança já estiver o dia inteiro sem a chupeta e sem pedir por ela, retire-a também à noite. Nessa ocasião, os pais devem relembrar à criança o argumento do pediatra/ortodontista e oferecer um substituto para a chupeta à noite, como um novo bicho de pelúcia, por exemplo, que deve ser de uso exclusivo da hora de dormir. É interessante que esse novo objeto seja escolhido e apresentado pelos pais, e não escolhido pela criança, para que não se caracterize nenhum tipo de acordo ou barganha que a criança pense que pode voltar atrás.

“Aprender a viver sem a chupeta pode ser uma excelente oportunidade de desenvolvimento para a criança. Ao substituir gradativamente a função da chupeta por outras estratégias de apoio, a criança descobre certo grau de independência e exercita sua capacidade de adaptação, tão importante para os outros momentos de mudança que virão no futuro”, afirma Christine Bruder.