CEI - Espaço Infantil

Pais mais velhos têm mais chances de gerar filho com doença genética




Homens que se tornam pais depois dos 40 anos estão mais propensos a gerar filhos com doenças genéticas ou outros tipos de distúrbio. As chances são duas vezes maior do que um homem que se torna pai aos 20. A intenção das novas correntes de estudos britânicos sobre o gênero, como mostra o Daily Mail, é mostrar aos homens que retardam a parternidade que eles estão colocando seus filhos em risco tanto quanto as mulheres que decidem ser mãe após quatro décadas de vida. Na Grã-Bretanha, uma em cada 10 crianças têm pais com idade entre 40 e 44 anos, e 4% dos nascimentos são de pais acima dos 45.

"A sociedade tem, tradicionalmente, focado na idade da mãe. Mas parece que distúrbios como esquizofrenia e autismo são, na verdade, influenciados pela idade do pai, e não da mãe", explica o cientista Kari Stefansson, da Decode Genetics, empresa que liderou o estudo.

Nanismo e fenda palatina estão na lista
Além de distúrbios como o autismo e esquizofrenia, apontados como os principais, as crianças podem ter problemas genéticos e de desenvolvimento como nanismo e fenda palatina. Há ainda ligações entre pais mais velhos e Alzheimer, bipolaridade, doenças cardíacas e câncer. O estudo pioneiro publicado recentemente na revista Nature mostrou que os homens passam mais mutações genética aos filhos conforme vão envelhecendo. Embora os cientistas precisem de mais estudos que respaldem as afirmações, especialistas tendem a observar com mais cuidado a relação entre a idade avançada do homem e os riscos de saúde aos bebês.

"São riscos pequenos e, claro, a maioria das crianças nascidas de pais mais velhos será saudável. Mas as pessoas devem estar conscientes de que existem dois relógios biológicos rodando quando se trata da decisão de ter um filho", alerta Avi Reichenberg, neuropsicólogo, epidemiologista do King's College London e especialista na área.

Cesariana: parto para mãe ou bebê em risco



Quando uma mulher decide ter seu bebê por parto cesário, ou abdominal, como também é conhecido, ela deve estar ciente de que para chegar até a criança, o médico percorrerá sete planos cirúrgicos. Serão rompidos a pele, o tecido celular subcutâneo, a aponeurose, a musculatura do reto abdominal, os peritônios parietal e visceral e a musculatura do útero propriamente dito. Todo esse procedimento confere um grande risco de ocorrência de infecção e hemorragias, além da possibilidade de laceração acidental de algum órgão, como bexiga, uretra e artérias, ou até mesmo do bebê, durante o corte do útero.

Parto normal: quando o bebê escolhe a hora de nascer

"Isso demonstra o tamanho do porte de uma cesária, pois disseca vários tecidos, expõe vários órgãos e os riscos, de morbidade ou mortalidade, são altos", afirma o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges Filho. De acordo com o presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) Renato Procianoy, a recuperação após o procedimento cirúrgico é a grande queixa das mulheres que optam pela cesariana. "A princípio, não tem sentido fazer cesariana se a mãe e o bebê estão bem. Mas achar que é mais cômodo fazer a cirurgia é outro problema. Como a mulher tem mais dificuldades de se mexer por causa da cirurgia e dos pontos, isso também dificulta a amamentação", explica.

Como o trabalho de parto libera hormônios que facilitam a produção do leite, com a cesariana esse processo é mais complicado. "Com a cesariana não tem esse estímulo. Às vezes, demora de três a quatro dias, ou mais, para aparecer leite em quantidade razoável. No parto normal, no máximo em 24 horas a mulher já tem boa quantidade de leite para amamentar o recém-nascido", explica Procianoy, reforçando que problemas respiratórios são comuns entre os nascidos por cesariana. "Sabe-se que as crianças que nascem por cesariana têm problemas respiratórios com mais frequência após o parto do que as que nascem de maneira natural", afirma.

Vivida no tempo ideal, fase oral impulsiona desenvolvimento



Mamar no seio da mãe é uma das primeiras coisas que o bebê faz assim que nasce. E o ato é o ponto de partida da fase oral, que termina por volta dos dois anos. "No começo, tudo é sucção. A boca da criança é extremamente sensível ao toque. Sugar o seio ou a mamadeira é algo prazeroso para os bebês", afirma o pediatra Rogério Pereira da Fonseca, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Segundo o médico, as funções neurológicas que regem a coordenação motora e os sentidos de um recém-nascido são muito rudimentares. "A parte mais desenvolvida é a boca. É com ela que o bebê capta todas as sensações."
"Essa é a fase em que a criança entende o mundo pela boca", diz o psiquiatra Içami Tiba, autor de diversos livros sobre educação, entre os quais "Quem Ama, Educa!" (Integrare Editora).
Por volta dos quatro meses de vida, o bebê descobre a mão. "E é automático: quando descobrem a mão, levam-na à boca", diz a pediatra Alzira Rosa Esteves, professora da disciplina de Pediatria Geral e Comunitária da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Muitos pais se preocupam com esse momento, com receio de a criança ficar viciada em chupar o dedo.

Esse é o momento de dar à criança uma chupeta, diz a pediatra Lucília Santana Faria, coordenadora médica da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. "A chupeta vai substituir o dedo. E a chupeta você tira. O dedo você não consegue tirar."
Quando a criança começar a se sentar sozinha, por volta dos sete meses, é que os pais precisam ficar mais atentos com a fase oral. "As famílias têm o costume de sentar o bebê no chão, o que é normal. No entanto, deve-se prestar atenção aos objetos que estão ao redor, porque ele vai colocar na boca tudo o que encontrar."
O perigo aumenta quando o bebê começa a engatinhar e a andar. Para evitar acidentes domésticos, Alzira diz que é recomendável lacrar portas de armários e gavetas com fita crepe ou presilhas específicas, fechar a porta do banheiro e colocar objetos decorativos fora do alcance do pequeno explorador.

Limites

Segundo o pediatra Rogério Pereira da Fonseca, com o desenvolvimento do organismo da criança, outras funções sensitivas vão ocupando o lugar da boca. "Quando começa a andar, ela passa a explorar mais o mundo. Deixa de colocar objetos na boca e passa a mexer em tudo."
Para todos os pediatras entrevistados, não há impacto negativo no desenvolvimento se a criança estender a fase oral por mais alguns meses além dos dois anos. "Normalmente, uma criança que estende a sua fase oral é superprotegida. Às vezes é filho único. O pediatra geralmente orienta a família dessa criança a soltá-la mais, a deixá-la arriscar mais", fala Fonseca.
Para a pediatra Lucília Santana Faria, do Sírio, o prolongamento da etapa vira algo a ser observado se for esticado demais. "A criança passa a ter transtornos alimentares, pois seu único prazer está focado na alimentação. Ela pode se tornar uma pessoa obesa, prejudicar a dentição. É um distúrbio que deve ser tratado com um psicólogo."
"Uma criança que leva muito tempo para largar a mamadeira e a chupeta pode agir assim porque a família a trata de uma forma mais infantilizada do que o necessário", declara Alzira, da Unifesp.
De acordo com a especialista, é a partir dos dois anos que os pais devem começar a pensar em tirar mamadeira e chupeta, mesmo que a criança faça birra. "Para não ver o filho chorar, os pais o deixam continuar com a mamadeira e não limitam os horários da chupeta. Isso é ruim, porque ele entra muito imaturo na próxima fase de desenvolvimento. Ter frustrações faz parte do desenvolvimento da criança. É preciso ser firme."

Onde mora o perigo

A maior preocupação deve ser evitar que a criança coloque objetos na boca, como partes pequenas de brinquedos. Se os pais têm certeza de que o filho engoliu uma peça de plástico, mas ele não se engasgou e não se sente mal, não há problema. A peça vai sair nas fezes nos dias seguintes.
"O plástico não aparece em radiografia. Se o objeto passou pela garganta, tudo bem. O risco é se a criança engole algo maior, que pode ficar preso na garganta e causar asfixia, ou se come baterias de brinquedos, principalmente aquelas que se parecem com pastilhas. Aquilo é ultratóxico. O estômago pode corroer o material e liberar chumbo e níquel no organismo da criança", diz Fonseca. O indicado, nessas situações, é levar o filho para o hospital o mais rápido possível. Ajuda médica também é necessária se a criança engole moedas, objetos pontiagudos e produtos químicos, segundo Alzira.
A especialista chama a atenção para os quadros de pneumonia de repetição. Se a criança vive tendo a doença e sempre no mesmo lugar do pulmão, pode significar que ela aspirou algum objeto e que ele está alojado no órgão, sendo necessário que seja retirado.

Reflexos

Segundo Içami Tiba, a boa educação de uma criança está intimamente relacionada com a fase oral.
"É comum ouvir as pessoas dizerem que o bebê é nervoso, que chora muito e que nasceu assim, mas não é verdade. Ele foi educado assim. É importante educar o recém-nascido para ter um sono e uma alimentação de qualidade", fala Tiba.
Segundo o psiquiatra, isso significa dar o peito apenas quando a criança estiver com fome. "Se ela parou de mamar e começou a dormir, o recomendado é colocá-la no berço. Não precisa fazer mais nada. Não acorde o bebê para ele continuar mamando. Ele vai acordar naturalmente em cerca de três horas."
De acordo com Tiba, fazer a criança mamar mais do que ela precisa pode ter consequências no futuro. "O bebê fica sugando, sem beber nada de leite. Usa o mamilo como se fosse chiclete. Isso é gostoso, é fase oral. Assim estamos envenenando a criança de prazer." A criança não aprende a esperar, já que tem comida quando quiser. "Ela fica nervosa e isso começa a fazer parte da personalidade dela. Pode se tornar um adulto ansioso, que quer todos os seus desejos realizados na hora."

Computador pode deixar o olho preguiçoso



O uso incorreto do computador, videogame e outros gadgets comprometem o desenvolvimento da visão, principalmente nos pequenos.  É o que mostra um levantamento feito pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto nos prontuários de 835 crianças, com idade entre 6 e 14 anos, atendidas no Instituto Penido Burnier nos últimos 24 meses.  Do grupo analisado, 67 crianças (8%) foram diagnosticadas com ambliopia ou o chamado “olho preguiçoso”.

De acordo com o médico, o compartilhamento do equipamento com os pais é uma causa frequente do problema. Isso porque a posição da tela ajustada para adultos incentiva a criança ficar com a cabeça torta em frente ao monitor para conseguir enxergar. A má postura faz com que cada olho receba diferente quantidade de estímulo visual.

Resultado: as crianças diagnosticadas com olho preguiçoso realtaram dor de cabeça, queda no rendimento escolar e passaram a evitar atividades esportivas como os jogos em campo. A má postura em frente ao computador dobrou a incidência de olho preguiçoso no grupo, comparada com o índice nacional de 4%.

O especialista explica que nossos olhos estão em desenvolvimento até a idade de 8 anos e precisam ter o mesmo estímulo neste período. “A primeira consulta com um oftalmologista deve ser feita aos 3 anos. Queiroz Neto ressalta que a ambliopia também pode estar relacionada ao estrabismo ou olho torto e à diferença de grau entre os olhos.

O tratamento consiste na oclusão do olho de melhor visão para estimular o desenvolvimento do outro. Se não for feito até a idade de 8 anos, ele se torna um problema irreparável  que leva à cegueira funcional do olho mais fraco.

Miopia e olho seco

Outro estudo feito por Queiroz Neto com 360 crianças de 9 e 13 anos de idade, que chegavam a ficar 6 horas ininterruptas usando computador ou videogame, mostra que 21% apresentaram miopia, contra a prevalência de 12% apontada pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia).

O médico explica que o problema surge em todas as faixas etárias, mas o esforço concentrado para enxergar de perto entre crianças faz os olhos perderem a acomodação ou capacidade de focalizar. Nos olhos míopes a visão de longe fica desfocada porque as imagens se formem antes da retina, invés de se formarem sobre ela.

Crianças e adultos também podem sentir a visão embaçada, dor de cabeça e o olho seco. É a síndrome do computador que é causada pelo esforço visual e diminuição das piscadas. Atinge 30% das crianças e 75% dos adultos.

Veja a seguir as principais recomendações do médico para evitar a síndrome:

1 - Posicione o monitor 10° a 20° abaixo do nível dos olhos.
2 - Mantenha a distância de 60 cm da tela do monitor.
3- Dê preferência aos monitores LCD, que são anti-reflexivos, e de tamanho mínimo de 17 polegadas.
4- Evite excesso de luminosidade das lâmpadas e de luz natural, pois as pupilas se contraem e geram cansaço visual.
5 - Regule sempre a tela com o máximo de contraste e não de luminosidade.
6- Mantenha a tela do monitor sempre limpa.
7- A cada hora, adultos devem descansar de 5 a 10 minutos . Para as crianças, o tempo é entre 15 a 30 minutos.
8- Lembre-se de piscar voluntariamente quando estiver usando o micro.
9- Inclua semente de linhaça e peixes gordurosos.


Fonte: http://vivabem.band.uol.com.br

A Gravidez na Adolescência



A adolescência é uma fase bastante conturbada na maioria das vezes, em razão das descobertas, das ideias opostas às dos pais e irmãos, formação da identidade, fase na qual as conversas envolvem namoro, brincadeiras e tabus. É uma fase do desenvolvimento humano que está entre infância e a fase adulta. Muitas alterações são percebidas na fisiologia do organismo, nos pensamentos e nas atitudes desses jovens.

A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas. Desde o crescimento do útero e alterações nas mamas a preocupações sobre o futuro da criança que ainda irá nascer. São pensamentos e alterações importantes para o período.

Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem mesmo financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer ou fugindo da própria realidade.

O início da atividade sexual está relacionado ao contexto familiar, adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente e engravidam, na maioria das vezes, tem o mesmo histórico dos pais. A queda dos comportamentos conservadores, a liberdade idealizada, o hábito de “ficar” em encontros eventuais, a não utilização de métodos contraceptivos, embora haja distribuição gratuita pelos órgãos de saúde públicos, seja por desconhecimento ou por tentativa de esconder dos pais a vida sexual ativa, fazem com que a cada dia a atividade sexual infantil e juvenil cresça e consequentemente haja um aumento do número de gravidez na adolescência.

A gravidez precoce pode estar relacionada com diferentes fatores, desde estrutura familiar, formação psicológica e baixa autoestima. Por isso, o apoio da família é tão importante, pois a família é a base que poderá proporcionar compreensão, diálogo, segurança, afeto e auxílio para que tanto os adolescentes envolvidos quanto a criança que foi gerada se desenvolvam saudavelmente. Com o apoio da família, aborto e dificuldades de amamentação têm seus riscos diminuídos. Alterações na gestação envolvem diferentes alterações no organismo da jovem grávida e sintomas como depressão e humor podem piorar ou melhorar.

Para muitos destes jovens, não há perspectiva no futuro, não há planos de vida. Somado a isso, a falta de orientação sexual e de informações pertinentes, a mídia que passa aos jovens a intenção de sensualidade, libido, beleza e liberdade sexual, além da comum fase de fazer tudo por impulso, sem pensar nas consequências, aumenta ainda mais a incidência de gestação juvenil.

É muito importante que a adolescente faça o pré-natal para que possa compreender melhor o que está acontecendo com seu corpo, seu bebê, prevenir doenças e poder conversar abertamente com um profissional, sanando as dúvidas que atordoam e angustiam essas jovens.

Por Giorgia Lay-Ang
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

É seguro fazer drenagem linfatica na gravidez.




Massagem ajuda na redução do inchaço e também na diminuição das medidas. Seus efeitos podem igualmente beneficiar as futuras mamães durante a gravidez e no pós-parto

1. A drenagem linfática ajuda a reduzir o inchaço na gravidez?
Sim. A drenagem linfática é uma técnica que, por meio da massagem, direciona o excesso de líquidos para os gânglios linfáticos. Dessa maneira, esse excesso é mais facilmente eliminado do organismo - muitas vezes, pela urina. Durante a gravidez, ocorre o aumento na produção hormonal. Isso leva, entre outras coisas, a uma tendência maior na reabsorção do sódio e uma consequente retenção hídrica, que se traduz em inchaço.

2. Qualquer gestante pode fazer?
Não. A drenagem linfática não é recomendada para grávidas que tenham hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda ou qualquer doença relacionada ao sistema linfático. Quem não apresenta esses problemas está liberada. Em geral, a massagem é mais recomendada a partir do terceiro mês de gestação.

3. É preciso ter o aval do obstetra?
Sim. O aval dele é fundamental para começar as sessões de drenagem. Somente com essa autorização, o fisioterapeuta pode aplicar a massagem. Dica: peça a indicação ao seu obstetra de clínicas e profissionais confiáveis para aplicar a drenagem linfática.

4 . O feto não corre nenhum perigo?
Não. A drenagem linfática ativa apenas os sistemas linfático e venoso. Os fisioterapeutas não mexem no bebê e nem nas regiões próxima a ele.

5. A grávida deve ficar em que posição para que a massagem seja segura?
Há duas posições na drenagem linfática em gestantes: de barriga para cima ou deitada de lado. Essas são as mais comuns e seguras. No entanto, é sempre bom falar com a fisioterapeuta caso você não se sinta confortável em uma dessas posições.

6. Quais os benefícios dessa massagem para a grávida e a periodicidade recomendável?
A drenagem linfática ativa as circulações venosas e linfáticas e, assim, reduz a retenção de líquido e diminui o inchaço. De quebra, a massagem também relaxa, alivia a tensão e as dores musculares. Sobre a periodicidade, o ideal é combinar isso com seu obstetra. De modo geral, o recomendável é fazer até duas sessões por semana.

7. É verdade que a drenagem diminui a celulite e as estrias?
A drenagem ajuda na diminuição da celulite. Já para as estrias, não é tão indicada. Como a celulite é uma inflamação na célula causada pelo acúmulo de gordura, ela pode ser eliminada ou reduzida por meio da drenagem. Os movimentos circulares melhoram o aspecto de furinhos. No entanto, ela não elimina as estrias, pois a massagem trabalha apenas com os sistemas linfático e venoso. Como a estria aparece por causa do rompimento das fibras elásticas na pele, é preciso procurar um tratamento mais indicado.

8. A drenagem ajuda a reduzir o inchaço depois do parto?
Sim. Como a drenagem é uma técnica que ajuda na eliminação das toxinas e excesso de líquidos, o inchaço diminui.

9. Quanto tempo depois do parto a mulher pode fazê-la?
Na maioria das vezes, os obstetras liberam logo após o parto. É importante checar com o seu médico se ele autoriza ou não a massagem nessa fase.

10. É verdade que a drenagem ajuda a mulher a emagrecer?
Não. A drenagem não emagrece. Ela apenas ajuda na redução de medidas decorrentes do acúmulo de líquidos.

11. Mesmo quem fez cesárea pode fazer drenagem?
Sim. Desde que o médico tenha dado o aval. Em alguns casos, o obstetra espera a completa cicatrização da cesárea, o que pode demorar até um mês.


Fontes

Fisioterapeuta Cristina Terumi Koga;
Fisioterapeuta Tatiana Abreu, da Fisio & Run;
Dermatologista Luciane Scattone;
Obstetra Márcia Tabacow.