13 respostas sobre o sono na gravidez
“Os enjoos e a azia incomodam muito, mesmo na hora de dormir. Há solução para isso?”
As alterações hormonais têm forte influência nesse quadro e, infelizmente, não há o que fazer contra elas. Mas isso não significa que melhorar alguns hábitos do dia a dia não possa trazer algum alívio. Ficar longos períodos sem comer piora a sensação de náusea, por exemplo. Isso explica a necessidade de se alimentar de três em três horas, em pouca quantidade. Da mesma maneira, fazer uma refeição pesada e muito farta não é o ideal. Experimente alimentos leves, como frutas e verduras, mesmo que não sejam seu prato predileto. Se o desconforto continuar insuportável depois dessas mudanças, seu médico pode avaliar o uso de medicamentos antieméticos para tentar apaziguar o enjoo.
“Tenho muito calor à noite. Por que isso acontece? Vai melhorar?”
Assim como a sonolência, o calor está ligado a mudanças na regulação hormonal. “A maior concentração de progesterona no organismo faz com que a temperatura corporal fique em torno de 37°C durante a gestação, ou seja, 0,5°C acima do normal. O aumento gera essa sensação, que poderá acompanhar a mulher por toda a gravidez”, esclarece a ginecologista Alice Melgaço Faria, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nem todas sentem esse efeito, mas, se ele aparece, não há muito que fazer. Refresque-se com banhos, ventilador e ar-condicionado. Cuidado, porém, com cremes que apresentem cânfora, mentol ou eucaliptol em sua composição. A Anvisa, agência reguladora de vigilância sanitária, não recomenda seu uso durante a gestação, pois, em algumas concentrações, são capazes de atravessar a placenta e prejudicar a criança.
“Sinto cãibras e formigamento nas pernas que atrapalham meu sono. Isso é normal?”
Essas sensações são comuns e podem ser causadas tanto pelo ganho de peso quanto por alterações no fluxo sanguíneo. Durante a gestação, há um aumento e modificação na distribuição de líquidos do corpo. Isso pode levar à dificuldade de circulação e sensação de formigamento. Alongamentos e um bom banho antes de deitar podem ajudar a evitar esses incômodos. Para combater as cãibras, é preciso repor o potássio e o cálcio. Essas substâncias são encontradas, respectivamente, em frutas, como banana e melancia, e derivados de leite.
“Ando tendo muitos pesadelos, inclusive alguns em que meu bebê nasce com problemas. Como posso me livrar deles?”
A psicanalista Gina Levinzon, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, explica que a gravidez por si só já traz muitos sentimentos à tona. Alguns são medos presentes ou passados, ou até situações mal resolvidas, que, agora, podem dar origem a sonhos desagradáveis, cheios de receio e insegurança. “O sonho é um dos mecanismos de elaboração psíquica daquilo que estamos vivendo. A gravidez é uma fase em que não apenas medos, como o de que o bebê nasça sem saúde, mas também fantasias surjam e povoem o psiquismo da mulher”, avalia. Outro aspecto diz respeito às expectativas em relação ao desafio de estar na função de mãe. Essa transformação também pode ser fonte de angústias que aparecem, de forma mais ou menos intensa, nos sonhos. Portanto, converse bastante com seu parceiro, leia livros sobre o assunto, troque experiência com outras mães. Tudo que faça você se sentir mais segura em relação ao novo papel pode ajudar.
“Meu bebê mexe muito quando me deito! Como posso acalmá-lo?”
Alguns bebês realmente se mexem mais que outros. Porém, é mais provável que você esteja com insônia e, por isso, perceba melhor essa movimentação. Se o problema é a falta de sono, procure uma posição confortável e tente relaxar. Escutar uma música tranquila pode ajudá-la nessa tarefa. Outra dica é beber um copo de leite antes de dormir. Isso porque ele é rico em triptofano, substância que naturalmente induz o sono, além de estimular a produção de serotonina, um neurotransmissor que, entre outros, funciona como sedativo e colabora para o descanso.
“Praticar atividade física pode espantar o sono?”
Segundo Leonice Doimo, professora do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Viçosa (MG), a princípio não, mas esse efeito pode variar. A sugestão é testar se exercitar em horários diferentes e ver qual vai trazer mais bem-estar. De toda maneira, Leonice lembra que é preciso manter um ritmo leve. O Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas recomenda que a intensidade da atividade física da grávida não ultrapasse a frequência cardíaca de 140 batimentos por minuto (bpm). A caminhada leve é uma ótima opção, e se você não tiver como medir o ritmo cardíaco, a dica é perceber se consegue conversar naturalmente enquanto caminha. Se sim, sua velocidade está adequada. A hidroginástica também é indicada por ter baixo impacto sobre as articulações e melhorar o inchaço. “É comprovado que as mulheres que fazem exercícios durante os nove meses se recuperam melhor e mais rápido do parto. Além disso, a sensação de estar fazendo algo por você e pela criança confere tranquilidade, influindo positivamente na qualidade do sono”, completa.
“Acordo pelo menos três vezes por noite para ir ao banheiro. O que posso fazer?”
Com o aumento de volume de sangue no corpo, seus rins precisam trabalhar mais para filtrá-lo e, consequentemente, produzem mais urina. Além disso, o crescimento do bebê ao longo dos meses aumenta o útero, que pressiona a bexiga e diminui mecanicamente sua capacidade de armazenamento. Nesse caso, o que pode ser feito é evitar a ingestão de líquidos perto da hora de ir para a cama.
“Meu marido disse que tenho roncado. Isso é normal?”
Em primeiro lugar, saiba que isso não afeta em nada seu bebê. A professora e pesquisadora do Instituto Médico do Sono da Universidade de Pittsburgh (EUA), Michele Okun, explica que uma das mudanças físicas mais profundas da gravidez diz respeito à respiração durante o sono. “O ronco e os distúrbios respiratórios do sono são de duas a três vezes mais comuns em grávidas. A evidência atual sugere que até 14% das não gestantes roncam, e esse número vai de 28% a 59% quando avaliamos mulheres no terceiro trimestre gestacional.” Essas taxas diminuem drasticamente no pós-parto – logo, fique tranquila, pois há grandes chances de você parar de roncar quando estiver com o bebê nos braços. Embora ninguém saiba exatamente o que leva às grávidas a roncarem, várias alterações fisiológicas podem predispor esses disturbios respiratórios do sono. O ganho de peso, a diminuição da capacidade respiratória, devido ao deslocamento do diafragma pelo crescimento da barriga, e edemas na faringe são alguns exemplos. Esses sintomas podem estar relacionados a problemas mais graves, por isso leve sua queixa ao obstetra para que ele avalie a necessidade de tratamento específico.
”Sinto dificuldade de respirar quando me deito. Pode ser sinal de algum problema?”
Geralmente, o esforço para respirar é comum no terceiro trimestre da gravidez e está relacionado ao tamanho do bebê no útero, que comprime outros órgãos. Deitar-se do lado esquerdo e usar alguns travesseiros para deixar as costas mais elevadas ajuda a diminuir esse peso. Se essas medidas não funcionarem, pode ser um sinal de dispneia noturna, uma falta de ar que costuma aparecer em gestantes hipertensas ou com pré-eclâmpsia.
“Conforme a barriga cresce, fica muito difícil achar uma posição confortável na cama. Nesse período, qual é a mais indicada?”
“Dormir de bruços, ou de barriga para cima, causa desconforto à gestante. O melhor é deitar-se sobre o lado esquerdo, com um travesseiro entre as pernas”, responde Helena Hachul, ginecologista e pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo. Essa posição também ajuda a prevenir dores lombares e favorece a circulação sanguínea e a irrigação do cordão umbilical, enviando mais oxigênio e nutrientes para o bebê.
“Nunca tive problemas para dormir, mas estou tendo insônia. Isso é normal na gravidez?”
Segundo Fernanda Campos, obstetra e professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), pacientes com relatos de insônia são muito comuns. Geralmente as queixas estão associadas a expectativas da chegada da criança na família, preocupações com a hora do parto e até à sonolência durante o dia no primeiro trimestre, que faz inverter o relógio biológico. Para tentar melhorar esse problema, busque fazer atividades relaxantes e dividir suas angústias com seus familiares, especialmente aqueles que já passaram por essa fase.
“Posso tomar algum tipo de remédio para o sono?”
Fazer uso de qualquer medicamentos durante o período gestacional é sempre visto com ressalvas, sobretudo no primeiro trimestre. Suas substâncias podem interferir no desenvolvimento normal do feto, causando malformações. Tanto para insônia como em qualquer outra condição na gravidez (até como uma simples dor de cabeça), deve-se pesar o risco e o benefício. E nada de tomar aquele remédio que já está acostumada. Somente o seu obstetra pode dizer quais medicamentos estão liberados durante os nove meses. Lembre-se de que alguns chás, além do alto teor de cafeína, também são proibidos nessa época – é o caso do preto, do verde, do branco e do mate. Mas existem outros sabores que estão liberados e podem ser até benéficos para a gestante por ter efeito relaxante, como o chá de erva-cidreira, erva-doce e camomila.
Fonte: Revista Crescer
Dicas para um sono tranquilo das crianças
A pediatra Márcia Hallinan, do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo, preparou um lista de situações que você, provavelmente, já enfrentou. Para que os pequenos aprendam a dormir, ela explica que é necessário rotina, ajuste de horários e paciência, muita paciência. Veja 14 dicas infalíveis.
1 - O ritual começa no fim da tarde, por volta das 18h: é hora de desacelerar
2 - Ofereça o jantar por volta desse horário ou três horas antes de a criança ir para a cama. Se os pais não estiverem em casa, outra pessoa pode tomar conta da tarefa. No caso dos bebês, a última mamada deve ser perto das 23h
3 - Evite deixar que as crianças assistam a desenhos de terror ou drama à noite ou joguem games com o mesmo tema. O ideal é que computador e TV não façam parte da mobília do quarto delas
4 - Duas horas antes da hora da criança dormir, desligue a televisão ou o computador. Em vez disso, que tal brincar com ela?
5 - Melodias tranqüilas preparam a criança para dormir. Na hora do sono, porém, desligue o aparelho. Ela precisa de um ambiente calmo, sem barulho
6 - Antes de ir para o quarto, um banho morno ajuda a relaxar
7 - Se eles tiverem fome antes de dormir,ofereça comidas leves, como um leite com biscoito ou barras de cereal
8 - A leitura é um bom hábito para toda a família, antes de dormir. Acalma os pequenos e ainda aproxima pais e filhos
9 - Depois, deixe as crianças no quarto, seja na cama ou no berço, sozinhas. Se reclamarem, os pais podem ficar por ali até que peguem no sono, mas nada de colo. A presença transmite segurança e, como tempo, elas vão aprender a adormecer sem vocês por perto
10 - O ambiente deve ser silencioso, escuro e fresco
11 - Além de dar segurança à criança que tem medo de escuro, a luz de cor azul tem efeito calmante. Mas para as que não se importam, o melhor é apagar todas as luzes
12 - Outra coisa que deixa os pequenos mais tranquilos é o chamado objeto de transição, que pode ser um boneco de pano, bicho de pelúcia ou uma fralda
13 - Um beijo de boa-noite simboliza que o dia acabou
14 - Essa rotina deve ser seguida diariamente. O ideal é que as crianças sejam colocadas para dormir e acordem sempre no mesmo horário
O sol nasce para todos- O verão e os portadores de necessidades especiais
Entre as crianças especiais, a que tem deficiência física é uma das que mais pode preocupar e exigir a atenção dos pais quando se trata de exposição solar. "Se o filho tem paralisia nas pernas, por exemplo, e for deixado muito tempo numa mesma posição sob o sol, pode sofrer queimaduras graves. Sem sensibilidade na pele, ele não sentirá o calor nas pernas", adverte o diretor clínico da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), o cirurgião ortopedista Antônio Carlos Fernandes.
A pediatra Luci Pfeiffer Miranda, coordenadora do Grupo de Atendimento à Criança Especial da Sociedade Brasileira de Pediatria, conta que já viu bebês tetraplégicos com queimaduras de 1º- e 2º- graus num lado só do corpo. "O bebê foi passear com seu irmão, que esqueceu dele no sol quando estava brincando. Em condições normais, a criança teria se mexido e saído da posição em que estava."
Mais higiene
O excesso de suor e o aumento da umidade no verão favorecem o surgimento de fungos, que provocam micoses. "Se a criança usa algum tipo de prótese, esse aparelho precisa ser higienizado mais vezes", alerta o ortopedista Antonio Carlos Fernandes. O mesmo se aplica às crianças que usam fraldas, porque sua deficiência impede o controle da bexiga e dos intestinos. "Elas devem ser trocadas com mais freqüência para evitar assaduras e escaras. E em cada troca a criança precisa ser lavada, porque o suor associado à urina ajuda a formar assaduras com mais facilidade", diz a pediatra Luci.
A mãe de Nicole, 8 anos, Elizabeth de Souza Lucatelli, conhece muito bem essa realidade. Sua filha tem um tipo de atrofia progressiva dos membros. "Ela usa um colete e, no calor, fica mais sujeita a coceiras e assaduras. Os cuidados redobram", diz. Nem por isso Nicole deixa de aproveitar a praia. "Adoro. Só me preocupo em não me queimar muito, porque senão fico ardendo e o aparelho machuca", reclama. Elizabeth alivia os desconfortos da filha, aumentando a quantidade de banhos e trocando mais vezes a camiseta, sempre de cor clara, que Nicole usa por baixo do colete.
Hidratação Qualquer pessoa tem necessidade de ingerir mais líquidos no verão porque transpira mais. Com a criança especial não é diferente, mesmo que sua deficiência a impeça de fazer qualquer atividade, obrigando-a a ficar, por exemplo, muito tempo deitada. "Os pais não podem esquecer de manter esse filho muito bem hidratado. Ele pode até transpirar menos que a criança que se agita, corre ou joga bola, mas a água é importante para o seu organismo eliminar toxinas, diminui o risco de infecções urinárias e estimula a eliminação das fezes", explica o ortopedista Fernandes. Outro cuidado é não deixá-la deitada por muito tempo. "Nessa posição, a atividade pulmonar diminui e o pulmão pode reter mais líquidos, aumentando o risco de infecções. Se possível, essa criança deve ficar recostada, sentada ou até no chão de bruços, deitando-se só na hora de dormir", aconselha Luci.
Fotofobia
Ninguém suporta nem deve olhar diretamente para o sol. O risco é uma queimadura na região da retina responsável pela visão central. Mas para o deficiente visual, só a luminosidade do verão já pode ser um problema. "Em certos casos, a criança tem fotofobia (aversão à luz) e precisa usar lentes com filtros ultravioleta de cores diversas", afirma o oftalmologista Alexandre Costa Lima, que trabalha na Fundação Dorina Nowill Para Cegos, em São Paulo. A cor da lente varia de acordo com a doença. O deficiente com atrofia do globo ocular, por exemplo, embora não enxergue, tem sensibilidade no olho e se incomoda com a luz. Nesse caso, deve usar lentes escurecidas, de cor cinza, marrom ou verde.
BOA CONVIVÊNCIA Alguns pais de crianças portadoras de deficiência mental enfrentam um grande problema: o medo de ser segregado ao expor o filho em ambientes públicos, como a praia. "Essa dificuldade faz com que não aproveitem todas as formas possíveis de diversão com a criança, o que limita seu desenvolvimento", analisa a psicóloga Clélia Ferraz Ribeiro, coordenadora clínica da Sociedade Pestalozzi de São Paulo.
O convívio social é importantíssimo para a criança especial, segundo a psicóloga. "Quanto menos experiência essa criança tiver, mais restritos serão seus conhecimentos e vivência. Assim, o potencial que poderia desenvolver é anulado", afirma Clélia.
A pediatra Luci Pfeiffer Miranda, coordenadora do Grupo de Atendimento à Criança Especial da Sociedade Brasileira de Pediatria, conta que já viu bebês tetraplégicos com queimaduras de 1º- e 2º- graus num lado só do corpo. "O bebê foi passear com seu irmão, que esqueceu dele no sol quando estava brincando. Em condições normais, a criança teria se mexido e saído da posição em que estava."
Mais higiene
O excesso de suor e o aumento da umidade no verão favorecem o surgimento de fungos, que provocam micoses. "Se a criança usa algum tipo de prótese, esse aparelho precisa ser higienizado mais vezes", alerta o ortopedista Antonio Carlos Fernandes. O mesmo se aplica às crianças que usam fraldas, porque sua deficiência impede o controle da bexiga e dos intestinos. "Elas devem ser trocadas com mais freqüência para evitar assaduras e escaras. E em cada troca a criança precisa ser lavada, porque o suor associado à urina ajuda a formar assaduras com mais facilidade", diz a pediatra Luci.
A mãe de Nicole, 8 anos, Elizabeth de Souza Lucatelli, conhece muito bem essa realidade. Sua filha tem um tipo de atrofia progressiva dos membros. "Ela usa um colete e, no calor, fica mais sujeita a coceiras e assaduras. Os cuidados redobram", diz. Nem por isso Nicole deixa de aproveitar a praia. "Adoro. Só me preocupo em não me queimar muito, porque senão fico ardendo e o aparelho machuca", reclama. Elizabeth alivia os desconfortos da filha, aumentando a quantidade de banhos e trocando mais vezes a camiseta, sempre de cor clara, que Nicole usa por baixo do colete.
Hidratação Qualquer pessoa tem necessidade de ingerir mais líquidos no verão porque transpira mais. Com a criança especial não é diferente, mesmo que sua deficiência a impeça de fazer qualquer atividade, obrigando-a a ficar, por exemplo, muito tempo deitada. "Os pais não podem esquecer de manter esse filho muito bem hidratado. Ele pode até transpirar menos que a criança que se agita, corre ou joga bola, mas a água é importante para o seu organismo eliminar toxinas, diminui o risco de infecções urinárias e estimula a eliminação das fezes", explica o ortopedista Fernandes. Outro cuidado é não deixá-la deitada por muito tempo. "Nessa posição, a atividade pulmonar diminui e o pulmão pode reter mais líquidos, aumentando o risco de infecções. Se possível, essa criança deve ficar recostada, sentada ou até no chão de bruços, deitando-se só na hora de dormir", aconselha Luci.
Fotofobia
Ninguém suporta nem deve olhar diretamente para o sol. O risco é uma queimadura na região da retina responsável pela visão central. Mas para o deficiente visual, só a luminosidade do verão já pode ser um problema. "Em certos casos, a criança tem fotofobia (aversão à luz) e precisa usar lentes com filtros ultravioleta de cores diversas", afirma o oftalmologista Alexandre Costa Lima, que trabalha na Fundação Dorina Nowill Para Cegos, em São Paulo. A cor da lente varia de acordo com a doença. O deficiente com atrofia do globo ocular, por exemplo, embora não enxergue, tem sensibilidade no olho e se incomoda com a luz. Nesse caso, deve usar lentes escurecidas, de cor cinza, marrom ou verde.
BOA CONVIVÊNCIA Alguns pais de crianças portadoras de deficiência mental enfrentam um grande problema: o medo de ser segregado ao expor o filho em ambientes públicos, como a praia. "Essa dificuldade faz com que não aproveitem todas as formas possíveis de diversão com a criança, o que limita seu desenvolvimento", analisa a psicóloga Clélia Ferraz Ribeiro, coordenadora clínica da Sociedade Pestalozzi de São Paulo.
O convívio social é importantíssimo para a criança especial, segundo a psicóloga. "Quanto menos experiência essa criança tiver, mais restritos serão seus conhecimentos e vivência. Assim, o potencial que poderia desenvolver é anulado", afirma Clélia.
Fonte Revista Crescer
Bolsas são o destaque da coleção de Outono 2014 da Lilica Ripilica
Inspirada no fantástico mundo do chocolate, a coleção de Outono da Lilica Ripilica traz um especial bolsas com modelos diferentes para todos os estilos, divertindo e provocando sensações deliciosas para as meninas.
A cor predominante é o pink. Ele aparece nas bolsas com o formato da Lilica Ripilica com aplicações de paetê, na de formato de coração com glitter e na bicolor com verniz. Todas perfeitas para serem usadas em qualquer ocasião. O must have da estação são as de pelinhos com correntes e pingentes e a de couro com a alça dourada. A bolsa mais diferenciada é a no formato de cupcake, principal símbolo da coleção. Inspirada no bolinho, ela encanta e garante a alegria das pequenas.
Preços:
- Bolsa em formato de cupcake - R$ 239,90
- Bolsa com o formato da Lilica Ripilica - R$ 144,90
- Bolsa com formato de coração -R$ 204,90
- Bolsa bicolor - R$ 154,90
- Bolsa de pelos - R$ 179,90
- Bolsa de couro - R$ 189,90
Onde encontrar:
Lilica&Tigor - 184 franquias ou através do site www.lilicaetigor.com
SAC Marisol - 0800 8882600
sac@marisol.com.br
Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre lançam o 2º Embarque da Coleção I.F.
Assinada pela modelo Isabelli Fontana coleção já está nas lojas
A top model Isabelli Fontana inovou e criou a Coleção I.F., em parceria com a Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre. Assinada pela modelo, a coleção traz toda a sua irreverência e know how do mundo da moda, em peças cheias de estilo que transmitem através das cores claras e de tecidos exclusivos, muita leveza e conforto para as crianças. Isabelli fez questão de participar de todo o processo de criação desta coleção, que tem como principais inspirações, o universo boho-chic, o hippie, a praia e o navy.
"Sempre sonhei em ter uma linha de roupas infantis, que tivessem o meu estilo, meu lifestyle, que pudesse vestir meus filhos de forma descolada, mas ao mesmo tempo, confortável", diz Isabelli Fontana. "Encontrei essa chance com a Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre, aonde criei uma coleção com peças inspiradas no mar, na natureza, no hippie e no chic, estilos que eu amo", completa.
O 2º embarque da coleção chega com 29 produtos, 19 para as meninas e 10 para os meninos. Todos divididos entre peças de roupa, acessórios e calçados. Para as meninas, as peças principais são o vestido e a saia plissada em tons de roxo, marrom e azul marinho. Essas, prometem ser o hit da Coleção I.F. As
leggings, os vestidos com cintura marcada e efeito degradê e as camisetas com desenhos étnicos ou com pedrarias são perfeitas para a estação. Acessórios como chapéus, sapatilhas com canutilhos e tiaras enfeitam e completam os modelitos das meninas.
Para os meninos, o destaque são as estampas de lenço em camisas e navy em camisetas e tênis. Peças leves como bermudas lisas e estampadas, camisetas de linho em tons claros e moletons garantem um look despojado para os pequenos. Bonés, chapéus e tênis com ilustrações paisley de cordas são a aposta da coleção masculina.
A Coleção I.F. vem também com uma linha completa de Denim, com jeans básicos em tons de azul escuro e jeans color, que dão um toque de alegria ao look das crianças. Aplicações de tachas e bordados também estão presentes em calças e shorts jeans das meninas e nas jardineiras, que surgem dando um toque hippie e descolado para as pequenas.
A cartela de cores é composta por tons de roxo que se misturam com o pink, amarelo e laranja, dando uma sensação de leveza às peças.
http://www.lilicaetigor.com/
SAC Marisol - 0800 8882600
sac@marisol.com.br
A top model Isabelli Fontana inovou e criou a Coleção I.F., em parceria com a Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre. Assinada pela modelo, a coleção traz toda a sua irreverência e know how do mundo da moda, em peças cheias de estilo que transmitem através das cores claras e de tecidos exclusivos, muita leveza e conforto para as crianças. Isabelli fez questão de participar de todo o processo de criação desta coleção, que tem como principais inspirações, o universo boho-chic, o hippie, a praia e o navy.
"Sempre sonhei em ter uma linha de roupas infantis, que tivessem o meu estilo, meu lifestyle, que pudesse vestir meus filhos de forma descolada, mas ao mesmo tempo, confortável", diz Isabelli Fontana. "Encontrei essa chance com a Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre, aonde criei uma coleção com peças inspiradas no mar, na natureza, no hippie e no chic, estilos que eu amo", completa.
O 2º embarque da coleção chega com 29 produtos, 19 para as meninas e 10 para os meninos. Todos divididos entre peças de roupa, acessórios e calçados. Para as meninas, as peças principais são o vestido e a saia plissada em tons de roxo, marrom e azul marinho. Essas, prometem ser o hit da Coleção I.F. As
leggings, os vestidos com cintura marcada e efeito degradê e as camisetas com desenhos étnicos ou com pedrarias são perfeitas para a estação. Acessórios como chapéus, sapatilhas com canutilhos e tiaras enfeitam e completam os modelitos das meninas.
Para os meninos, o destaque são as estampas de lenço em camisas e navy em camisetas e tênis. Peças leves como bermudas lisas e estampadas, camisetas de linho em tons claros e moletons garantem um look despojado para os pequenos. Bonés, chapéus e tênis com ilustrações paisley de cordas são a aposta da coleção masculina.
A Coleção I.F. vem também com uma linha completa de Denim, com jeans básicos em tons de azul escuro e jeans color, que dão um toque de alegria ao look das crianças. Aplicações de tachas e bordados também estão presentes em calças e shorts jeans das meninas e nas jardineiras, que surgem dando um toque hippie e descolado para as pequenas.
A cartela de cores é composta por tons de roxo que se misturam com o pink, amarelo e laranja, dando uma sensação de leveza às peças.
http://www.lilicaetigor.com/
SAC Marisol - 0800 8882600
sac@marisol.com.br
Mudanças na licença-maternidade
Tire suas dúvidas com advogado especialista
Fabiano Zavanella, advogado sócio do escritório Rocha, Calderon e Advogados associados comenta o assunto:
“Vejo que a preocupação dessa mudança legislativa em relação ao salário e licença maternidade visa adequar o benefício à nova realidade da sociedade brasileira, onde não só há um partilhamento de obrigações e deveres entre homens e mulheres como também novas formas de união que ao tempo da criação dos institutos não despertou o devido olhar do legislador (fato social e a noção de tempo). A lei trata de guarda judicial para fins de adoção, direito do cônjuge em receber o benefício em caso de morte da mãe e da própria adoção feita por casais homoafetivos (emprega o termo companheiros)”.
Do salário-maternidade
§ devido o salário-maternidade, pago diretamente pela Previdência Social, ao segurado ou à segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção, pelo período de 120 dias (independentemente da idade da criança).
§ não poderá ser concedido o benefício a mais de um segurado, decorrente do mesmo processo de adoção ou guarda, ainda que os cônjuges ou companheiros sejam segurados da Previdência Social, ressalvado o pagamento do salário-maternidade à mãe biológica e no caso de falecimento da segurada ou segurado adotante.
§ no caso de morte da segurado ou segurada, o benefício será pago, por todo o período ou pelo tempo restante a que teria direito, ao cônjuge ou companheiro sobrevivente que tenha a qualidade de segurado, salvo quando do falecimento do filho ou de seu abandono.
§ para os casos de falecimento, o benefício deverá ser requerido até o último dia do prazo previsto para o término do salário-maternidade originário e será pago entre a data do óbito e o último dia do término do salário maternidade originário.
§ o recebimento do salário-maternidade está condicionado ao afastamento do segurado ao trabalho ou da atividade desempenhada, sob pena de suspensão do benefício.
Da licença-maternidade
§ à empregada ou empregado que adotar ou obtiver guarda judicial pra fins de adoção de criança será concedida licença-maternidade de 120 dias.
§ a concessão de licença-maternidade será concedida apenas a um dos adotantes ou guardiões empregado ou empregada.
§ em caso de morte da genitora, é assegurado ao cônjuge ou companheiro empregado o gozo de licença por todo o período da licença-maternidade ou pelo tempo restante a que teria direito a mãe, salvo no falecimento do filho ou de seu abandono.
Sobre a fonte
Fabiano Zavanella, advogado, professor, sócio do escritório Rocha, Calderon e Advogados Associados, Consultor Jurídico, Pós-graduado em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC. MBA em Direito Empresarial com extensão para Docência ao Ensino Superior pela FGV/SP. Autor dos Livros “Flexibilização do Direito do Trabalho Negociado e Legislado” e “Dos Créditos Trabalhistas na Nova Lei de Falências”. Mestrando em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP.
Fabiano Zavanella, advogado sócio do escritório Rocha, Calderon e Advogados associados comenta o assunto:
“Vejo que a preocupação dessa mudança legislativa em relação ao salário e licença maternidade visa adequar o benefício à nova realidade da sociedade brasileira, onde não só há um partilhamento de obrigações e deveres entre homens e mulheres como também novas formas de união que ao tempo da criação dos institutos não despertou o devido olhar do legislador (fato social e a noção de tempo). A lei trata de guarda judicial para fins de adoção, direito do cônjuge em receber o benefício em caso de morte da mãe e da própria adoção feita por casais homoafetivos (emprega o termo companheiros)”.
Do salário-maternidade
§ devido o salário-maternidade, pago diretamente pela Previdência Social, ao segurado ou à segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção, pelo período de 120 dias (independentemente da idade da criança).
§ não poderá ser concedido o benefício a mais de um segurado, decorrente do mesmo processo de adoção ou guarda, ainda que os cônjuges ou companheiros sejam segurados da Previdência Social, ressalvado o pagamento do salário-maternidade à mãe biológica e no caso de falecimento da segurada ou segurado adotante.
§ no caso de morte da segurado ou segurada, o benefício será pago, por todo o período ou pelo tempo restante a que teria direito, ao cônjuge ou companheiro sobrevivente que tenha a qualidade de segurado, salvo quando do falecimento do filho ou de seu abandono.
§ para os casos de falecimento, o benefício deverá ser requerido até o último dia do prazo previsto para o término do salário-maternidade originário e será pago entre a data do óbito e o último dia do término do salário maternidade originário.
§ o recebimento do salário-maternidade está condicionado ao afastamento do segurado ao trabalho ou da atividade desempenhada, sob pena de suspensão do benefício.
Da licença-maternidade
§ à empregada ou empregado que adotar ou obtiver guarda judicial pra fins de adoção de criança será concedida licença-maternidade de 120 dias.
§ a concessão de licença-maternidade será concedida apenas a um dos adotantes ou guardiões empregado ou empregada.
§ em caso de morte da genitora, é assegurado ao cônjuge ou companheiro empregado o gozo de licença por todo o período da licença-maternidade ou pelo tempo restante a que teria direito a mãe, salvo no falecimento do filho ou de seu abandono.
Sobre a fonte
Fabiano Zavanella, advogado, professor, sócio do escritório Rocha, Calderon e Advogados Associados, Consultor Jurídico, Pós-graduado em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC. MBA em Direito Empresarial com extensão para Docência ao Ensino Superior pela FGV/SP. Autor dos Livros “Flexibilização do Direito do Trabalho Negociado e Legislado” e “Dos Créditos Trabalhistas na Nova Lei de Falências”. Mestrando em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP.
Banho de Ofurô para bebês?
No Colégio Itatiaia, técnica tradicional japonesa deixa os pequenos tranquilos e relaxados
O Ofurô é um banho de imersão de origem japonesa que transforma o momento em um ritual relaxante para o corpo e a mente. O banho de Ofurô também tem fins terapêuticos, pois é recomendado para o tratamento do reumatismo e da artrite, além de melhorar a circulação sanguínea, através da dilatação dos vasos sanguíneos.
E todos esses benefícios podem ser sentidos não somente pelos adultos, como também pelos bebês, que ao terem o corpinho submerso na água com temperaturas entre 37 e 38 graus, relembram a sensação do útero materno e ficam mais relaxados. A técnica contribui para ativar a circulação sanguínea da criança, diminuir as crises de cólicas e eliminar as toxinas do organismo, além de trazer paz e harmonia.
No Colégio Itatiaia, que é referência em ensino de qualidade do Berçário ao Ensino Fundamental, este cuidado mais que especial é oferecido aos bebês de todas as unidades da rede em São Paulo. Os banhos de Ofurô são realizados periodicamente com os pequenos, que ficam mais calmos e saudáveis. “O banho relaxa e estimula o desenvolvimento neuropsicomotor, responsável pelo sistema nervoso, aspecto psicológico e coordenação motora”, explica a coordenadora Regina Célia Rizzo.
Segundo a pedagoga, as mães elogiam muito a atividade e inclusive pedem para que o banho seja dado às sextas-feiras, quando possível, permitindo que os bebês fiquem tranquilos durante o final de semana. “A sensação de prazer é visível e eles permanecem relaxados, o banho acalma e é recomendado para os dias em que estão mais agitados”, completa Regina.
São as próprias educadoras que dão os banhos nos pequenos, após receberem instruções e treinamento. Regina explica que um cuidado importante, principalmente quando o bebê tomar banho de Ofurô pela primeira vez, é colocá-lo na água somente até a altura do umbigo e ir mergulhando o corpinho aos poucos, até a altura dos ombros quando já estiverem relaxados. Para incrementar ainda mais essa atividade divertida muito gostosa, ela conta que acrescenta chá de camomila à água, que os deixam ainda mais tranquilos.
Mais informações: (11) 3885-1165 / www.colegioitatiaia.com.br
ADAPTAÇÃO ESCOLAR
Com o clima de férias, viagens, dias em casa com os pais, a criança acaba perdendo os hábitos da rotina escolar. Se ela nunca foi à escola ainda, esse momento se torna ainda mais difícil. As primeiras semanas na escola é delicado para toda a família, mas para a criança pode parecer traumático. Para ajudar com essa questão o médico responsável pelo serviço de pediatria do Hospital Leforte, Fábio Bedoni, listou algumas dicas que os pais podem utilizar para facilitar a adaptação escolar da criança:
Por que algumas crianças têm tanta dificuldade para aceitar o início das aulas, principalmente aquelas que estão indo à escola pela primeira vez e o que os pais podem fazer para facilitar a adaptação da criança neste período?
Imagine. De um dia para o outro a criança se vê sozinha, em meio a pessoas que ela nunca viu antes, conhecendo regras que nunca existiram e sendo obrigada a conviver em um lugar totalmente estranho para ela. É difícil. Uma boa tática é conversar com a criança e explicar exatamente o que está acontecendo. Diga que ela está crescendo e precisa conhecer novos amigos e que irá aprender coisas novas todos os dias. Os pais também podem levar a criança para comprar os materiais escolares, assim ela ficará ansiosa para usá-los em seu primeiro dia. Já no caso dos bebês, podemos dizer que a adaptação chega a ser mais fácil, até os 9 meses. A criança sentirá falta da presença da mãe e de sensações como o cheiros familiares, por exemplo. Para isso, os pais podem mandar itens pessoais da criança, como cobertores e brinquedos de pelúcia. Algumas escolas permitem que os pais levem os filhos por um período pequeno, que vai aumentando ao longo dos dias. Isso é importante, pois não há impacto.
Existe uma idade ideal para inserir a criança na escola?
Sim. O ideal é após os dois anos de idade, quando a convivência com outras crianças se torna estimulante. Além disso, nesta idade, a criança já tem um sistema imunológico mais forte e fica menos vulnerável à infecções e viroses.
Quando a criança vai da pré-escola para o ensino fundamental também se depara com grandes mudanças, seja na estética da escola ou no modelo das aulas, que passa a ser diferente. Existe alguma forma de ajudá-la para que essa adaptação não seja traumática?
Sim. Essa fase é delicada, pois, muitas vezes, há mudança no ambiente, nos coleguinhas, nos professores, enfim. É importante que os pais expliquem que a criança está crescendo e que aprenderá coisas novas e conhecerá novas pessoas, mas ainda assim poderá manter contato com os outros amigos e professores. Os pais também devem ficar atentos a mudanças de comportamento na criança. É um momento de medo e insegurança, principalmente se a criança precisar conviver com outras mais velhas e maiores que ela.
O que se deve levar em consideração na hora de escolher a escola dos filhos?
Primeiramente, os pais devem observar a estrutura física da escola. Se é um ambiente limpo, arejado e seguro. Também é importante estudar o projeto pedagógico da escola, buscar referências e avaliar como são divididos os períodos de alimentação das crianças.
É normal sentir culpa por deixar o filho na escola?
Sim. É normal, principalmente quando se trata de um bebê, mas se a escola selecionada for de confiança não há com o que se preocupar.
Babá eletrônica para Iphone
As babás eletrônicas possibilitam o monitoramento dos bebês a distância e assim garantem o sono tranquilo de muitos papais e mamãe, não é mesmo?
Neste sentido uma inovação chega ao Brasil e você já encontra nas lojas.
A Baby Ping foi desenvolvida em parceria com a Apple e funciona com interatividade com os dispositivos que possuem o sistema IOS da marca: iphone, ipad e/ou ipoud touch.
Para utilizá-la é necessário ter internet, baixar o aplicativo gratuito Baby Ping na Apple Store e ter um roteador Wi-Fi. A babá irá automaticamente transmitir as imagens para o dispositivo com IOS.
Você poderá monitorar o seu bebê no trabalho, na rua, no shopping ou em qualquer lugar do mundo, além de tirar fotos (screem shots)!
Dilema de mãe: a escolha do berçário
A chegada de um bebê é um momento de grande transformação na vida do casal. São muitas as alegrias, mas também preocupações com o novo membro da família e uma delas é saber em quem confiar para cuidar da criança assim que acabar a licença-maternidade da mãe. Atualmente, grande parte das mulheres está no mercado de trabalho, o que torna o momento cada vez mais comum entre as famílias, mas essa separação não é fácil.
Alguns casais têm a opção de deixar o bebê com a avó, outros preferem contratar uma babá e há ainda aqueles que optam pelo berçário, que tem como vantagem a presença de profissionais que podem estimular o desenvolvimento dos bebês, mas que deve ser escolhido com bastante responsabilidade.
Para a Coordenadora Pedagógica do Colégio Itatiaia, Eliana Fernandes, primeiro é preciso que os pais conheçam a proposta da escola e se está de acordo com o que eles esperam para o seu filho, pois existem muitos berçários e, em geral, eles parecem ser todos iguais. “Normalmente as estruturas são similares, mas os detalhes farão toda a diferença. É imprescindível que o ambiente seja acolhedor e que os bebês se sintam confortáveis e seguros neste lugar para que se desenvolvam bem nos diversos aspectos: afetivo, motor, cognitivo e social”, explica.
Assim, é importante prestar atenção se o berçário oferece segurança aos bebês e condições de satisfazer suas necessidades fisiológicas. A limpeza e a higiene do local também devem ser cuidadosamente observadas para evitar disseminação de doenças contagiosas entre as crianças. Outro aspecto, mas não menos importante, que Eliana aponta é a afetividade entre os educadores e os bebês. “Os pais devem analisar como os profissionais tratam os alunos e se há um trabalho pedagógico além do cuidar, uma vez que a fase mais importante para o ser humano são os primeiros anos de vida. Nessa idade, a criança precisa da convivência com adultos que a façam sentir-se seguras e com os quais possa construir um relacionamento de confiança”, explica.
Além de cuidado e carinho com as crianças, para a pedagoga, é fundamental que os profissionais tenham formação na área e estejam sempre empenhados em aperfeiçoar seu trabalho. “O cuidar e o educar nunca se separam, eles sempre estarão correlacionados. É primordial que os profissionais que atuam nos berçários tenham formação universitária em pedagogia e que, além disso, a escola faça um trabalho de formação continuada e dê um apoio pedagógico, para que o trabalho contemple o cuidar e o educar em todos os momentos”, recomenda.
Em relação à estrutura do berçário, é indicado que existam ambientes variados nos quais as crianças possam brincar e explorar diversas situações diferentes. O chão, de preferência, precisa ter tatames ou piso de borracha e os brinquedos devem estar localizados de forma que os bebês tenham acesso a eles. A existência de um parque ou solário permite que os pequenos possam tomar banho de sol e ter contato com a natureza.
Já o refeitório deve ser equipado com cadeirões que precisam ser constantemente limpos e é necessário também ter um local de repouso, com berços para que os bebês possam descansar, e um trocador para que seja feita a higienização de forma individual. Além disso, é importante observar se existe circulação de ar e boa iluminação nos ambientes e se há aquecedores, umidificadores e janelas com telas.
Outro espaço fundamental no berçário que, segundo Eliana, os pais devem prestar bastante atenção, é o lactário, lugar adequado para a manipulação dos alimentos. “O acesso ao lactário deve ser exclusivo aos profissionais que ali trabalham, seguindo as normas da vigilância sanitária. A presença de uma nutricionista para acompanhar e coordenar a alimentação dos bebês é também muito importante”, aconselha.
Alguns berçários oferecem ainda diferenciais que podem ser decisivos na hora da escolha como, por exemplo, a existência de câmeras no ambiente comum, para que os pais possam ver em tempo real o dia a dia de seus filhos ou momentos com especialistas como: aulas de música, recreação em inglês, educação física e atendimento com um profissional que possa estimular a prática psicomotora dos bebês.
Feita a escolha, vale ressaltar que o acompanhamento da família deve continuar. O conselho da educadora é que os pais permaneçam constantemente atentos ao comportamento da criança e ao trabalho realizado pelo berçário. “A confiança será construída aos poucos, considerando que o processo de educar se dá a partir de uma parceria entre escola e família. Ela precisa ter ciência do que deseja para seu filho e os profissionais precisam ser sinceros e ter transparência em relação ao que acontece no dia a dia do bebê, sempre informando aos pais o que for relevante para o bem-estar e dando suporte pedagógico quando necessário”, completa.
Mais informações: (11) 3885-1165 / www.colegioitatiaia.com.br
Alimentação de verão para as crianças
No Verão o que não falta na rotina dos pequenos são os passeios. Fora da rotina escolar e cheios de energia, as crianças adoram passear, e com este calor a melhor pedida é a praia, cachoeira, piscina. Vale tudo para amenizar a alta temperatura, porém a alimentação dos pequenos não pode ser descuidada. Comer fora de casa ou levar o lanche acaba sendo a opção da maioria dos pais, mas cuidado, alimentos fora da refrigeração não pode ultrapassar duas horas. Nesta época do ano, os casos de intoxicação alimentar aumentam, então preparamos para você dicas preciosas que vão ajudar na rotina gostosa de verão e férias.
O ideal é que os pequenos tenham um horário regular de acordar, comer, se divertir e dormir.
Prepare um isopor ou cooler e leve sucos e água. Hidratação é fundamental. Aumente a ingestão de líquidos e não se esqueça de oferecer a cada hora, água ou suco de frutas para as crianças. Caso seu filho seja menor de 2 anos, dispense água de coco vendida nas praias, pois existe o risco de contaminação.
Frutas são as melhores opções para as crianças. Banana, melão, melancia, uva, maçã e laranja são fáceis de ser armazenada. Evite frituras e qualquer outro alimento que contenha maionese.
Outra guloseima que pode compor o cardápio dos pequenos é o famoso biscoito de polvilho! Dispense os recheados, pois eles têm mais chance de estragarem expostos ao sol.
Em casa, dê preferência para alimentos leves, mas não dispense os carboidratos, pois eles ajudam a repor a energia. Massas, arroz e carne são excelentes pedidas para o Verão também, além da salada e legumes.
E quando voltar da praia ou piscina não tem nada mais relaxante para os pequenos do que um banho bem gostoso com o Sabonete Glicerinado Cheirinho de Bebê!
Fonte: http://cheirinhobebe.blogspot.com.br/
5 DICAS PARA TIRAR SEU FILHO DA FRENTE DA TV OU COMPUTADOR
Com tanta tecnologia a disposição das crianças, raras são as que não se interessam por esses aparelhos: televisão, tablet, computador, vídeo game e tantos outros aplicativos que retém toda a atenção dos pequenos. Estudos da Universidade de Bristol, na Inglaterra, mostra que crianças que passam mais de 2 horas imersos em aparelhos eletrônicos têm mais problemas de comportamento e maior possibilidade de desenvolver distúrbios psicológicos.
Mas a dúvida dos pais é: como limitar o tempo que a criança fica nesses aparelhos?! Selecionamos as melhores atividades para você tirar o seu filho da frente da TV ou computador. Confiram!
Se é tempo de férias escolares não tem nada mais gostoso do que ver o seu filho convivendo com os primos e outros parentes. Proponha pequenas viagens onde eles possam estreitar os laços, brincar e sair da rotina!
Para que a leitura faça parte da vida do seu filho, proporcione a ele o primeiro contato. Leve-o em bibliotecas públicas e livrarias e faça um clube da leitura com o seu filho. Todos os dias, num horário escolhido por ambos, é hora de se divertir com os livros!
Fazer brinquedos artesanais sempre é diversão garantida! Ensine o seu filho como se faz uma pipa, pé de lata, cavalo de pau, etc.
Dentro de cada criança mora um artista! Folhas em branco, tela, tintas e cartolina despertam a criatividade. Separe folhas de árvore, grãos e outras coisas que possam compor uma bela colagem.
Leve o seu filho para passear fora de casa. Vale passear de bicicleta, andar de patins, caminhar no parque, ou mesmo um piquenique com os amigos.
Colônia de férias e práticas de esportes ao ar livre também são opções saudáveis para toda criança. Veja as opções que a sua cidade oferece e deixe que o seu filho participe da escolha.
Conte pra gente: E você, o que faz para tirar seu filho de frente da TV ou computador?!
FONTE: http://cheirinhobebe.blogspot.com.br/
Assinar:
Comentários (Atom)











.jpg)




