Para a Dra. Isabel Freitas , especializada no atendimento à adolescentes, um meio importante para diminuir o problema é a criação de serviços especializados de profissionais de saúde, com pediatra, psicólogo, enfermeira, assistente social, urologista e ginecologista.A educação sexual deve ser entendida como um processo de construção de cidadania, de cuidar-se e do cuidar do outro. É necessário que o adolescente reconheça sua responsabilidade.
Há de se saber também, que a gravidez abaixo de 16 anos incorre em risco obstétrico, pois a adolescente está mais sujeita a doença hipertensiva específica de gestação, eclampsia, depressão, anemia, desnutrição, hemorragia e mortalidade perinatal. O encaminhamento precoce ao serviço de pré-natal é fundamental, o que nem sempre ocorre, porque elas demoram a perceber que estão grávidas, e escondem a atividade sexual. Entre os métodos anticoncepcionais, as pílulas são a forma mais eficaz e não comprometem o crescimento da adolescente. Mas é sempre bom lembrar que o uso do preservativo masculino ou feminino é fundamental para evitar doenças sexualmente transmissíveis.
Fonte: Bela.com.br
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